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RAIN

"Empty eyes,lost 

The soul's cry,in silence, lament.

Solemn allegorical projection of the unsaid

Feeling itself, expressing itself.'

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"Alleyways of the Soul" - Filipe Rosa

 

"Empty eyes,lost 

The soul's cry,in silence, lament.

Solemn allegorical projection of the unsaid

Feeling itself, expressing itself

 

Time that goes by, passes, and runs

Leaving no traces

Washed away by the rain

Covering the tears of a wounded soul

 

Taken, ripped, dragged

Does not return, but was felt."

 “Becos da alma “- Filipe Rosa

 

Olhares vazios, perdidos 

O choro da alma em silêncio ,  lamento. 

Solene expressão alegórica do não dito

Sentido-se, expressando-se

 

Tempo que se vai, passa e corre

Sem deixar rastros 

Lavados pela chuva 

Cobrindo as lagrimas de uma alma ferida 

 

Levados, arrancados, arrastados

Nao retorna, mas foi sentido.

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R a i n

Conception of the work, plans to portray the uncertain emotions of the individual who in his human totality; feels the sweeping pain of loneliness; often unexpressed and unsaid, is engrained in his soul. Bringing an analogy of rain, often translated as a moment of discomfort, disturbance, pause, loss or even welcome, refreshment, refuge and peace. In this doubtful feeling where what is can be, may not be or be both. The way we feel and portray our emotions are characterised in a plural way; being in each one a singular interpretation of being and feeling.

Concepção do trabalho, planeja retratar as emoções incertas do indivíduo que em sua totalidade humana; sente a dor arrebatadora da solidão; muitas vezes não expressada e não dita, se encontra entranhado em sua alma. Trazendo uma analogia da chuva, traduzida muitas vezes como momento de incomodo, perturbação, pausa, perda ou ate mesmo acolhimento, refrigero, refugio e paz. Nesse sentimento dúbio onde o que é  pode ser, pode não ser  ou ser ambos. A forma como sentimos e retratamos nossas emoções  sao caracterizadas de forma plural; sendo em cada um uma interpretação singular do ser e sentir.  

The glorification of the intern, when soul in silence cries; found in the fleeting state or not of "solility", seeks to translate what in humanity we struggle to hide; need to belong and be; but in its devastating attempt; is found lonely, not found, perceived, heard and not seen. Translates part of the poem "Becos da alma" - Filipe Rosa.

 

"Empty, lost eyes

The cry of the soul in silence, I regret.

Solemn allegorical expression of the unsaid

Feel yourself, expressing yourself."

A glorificação do interno, quando alma no silencio chora; encontrado no estado passageiro ou não da “solidão”, busca traduzir  aquilo que em humanidade lutamos por esconder; necessidade pertencer e estar; mas em sua devastadora tentativa; se encontra solitário, não encontrado, percebido,  ouvido e  não visto. Traduz parte do poema “Becos da alma” - Filipe Rosa.

 

“Olhores vazios, perdidos 

O choro da alma em silencio,  lamento. 

Solene expressão alegórica do não dito

Sentido-se, expressando-se.”

Ficha tecnica

Direction and Concept: Filipe Rosa

Performers | Sarah Raquel

Choreographer | Sarah Raquel

Cinematography and edited |  Filipe Rosa

Photography | Filipe Rosa

Production Assistant: Ana Carolina  Becker / Thiago Bressan

 

Soundtrack

Europe, After the rain - Max Richter

Target audience | Free

Duration of 6 minutes

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